Embriologia do Sistema Cardiovascular

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18

de

junho

 

 

CORAÇÃO:

A bomba da vida

 

Sistema Cardiovascular

 •Introdução:

             

      O Sistema cardiovascular é formado durante a terceira semana do desenvolvimento embrionário, devido às necessidades fisiológicas do embrião, que por difusão já não consegue mais realizar funções básicas como oxigenação dos tecidos, excreção de produtos tóxicos…  Esse sistema deriva basicamente do mesoderma e de células da crista neural.

 

                                      

 

 

Coração Primitivo

      

 

     O primeiro indicio do coração é o aparecimento de um par de canais endoteliais - os cordões angioblasticos – durante a terceira semana. Estes cordões se canalizam formando os tubos cardíacos do coração, que se fundem formando o coração tubular, ao final da terceira semana. O coração começa a bater aos 22 a 23 dias. Uma influencia indutora do endoderma embrionário parece estimular a formação inicial do coração. O fluxo de sangue começa durante a quarta semana e pode ser visualizado pela ultra sono grafia Doppler. O coração primitivo é formado por:

n     TRONCO ARTERIOSO

n     BULBO CARDIACO

n     VENTRÍCULO

n     ATRIO                                                                                                            

n     SEIO VENOSO

 

• Formação das veias

 

 

 

• Veias Vitelínicas: Posteriormente darão origem as veias hepáticas

Veias Umbilicais: Durante o período embrionário, levam sangue com alto teor de oxigênio da placenta para o coração.

 Veias Cardinais: Principal Sistema de drenagem do embrião. Elas são em número de três: Cardinal Anterior, Cardinal Comum e Cardinal Posterior. As veias Cardinais anterior darão origem a importantes vasos como Veia Cava Superior e Veia Braquiocefálica Esquerda. As Cardinais posteriores formarão as raízes da Veia Ázigo e Ilíacas Comum. E a Subcardinal  formarão a Veia Renal Esquerda, Veias Adrenais e Gonodais e um segmento da Veia Cava Inferior.  

 

 

• VEIA CAVA INFERIOR

      No embrião, a Veia Cava Inferior possui quatro segmentos principais. E se forma durante uma série de alterações das veias primitivas do tronco, ocorrendo quando o sangue, que retorna da parte caudal do embrião, é desviado do lado esquerdo do corpo para o direito. 

                                                       

                                  

 

• Formação dos Arcos aórticos

    O saco aórtico dará origem aos arcos aórticos que terminam na aorta dorsal. Da Aorta dorsal saem os ramos interseguimentares. Esses ramos intersegimentares formarão diversas artérias de acordo com os locais que vão passando como: no pescoço Artéria Vertebral, no tórax Artéria Intercostal, no abdome Artéria lombares e Sacrais.

•Septação do Coração

 

 

 

 

       Inicialmente há a separação entre os átrios e os ventrículos (Separação átrio ventricular) e posteriormente há a divisão atrial (Direito e Esquerdo). Fato interessante é que, entre os átrios, permanece no embrião uma pequena comunicação oval entre ambos (Forame Oval) permitindo que o sangue rico em oxigênio proveniente da veia cava chegue ao átrio esquerdo.

 

• Septação dos ventrículos

 

 

      A primeira indicação da divisão do ventrículo é a formação de uma crista muscular mediana que é o SEPTO INTERVENTRICULAR resultado do crescimento muscular do ventrículo de ambos os lados. Esse septo permanece aberto até a sétima semana.

 

•Sistema de Condução

     O Nó SINO ATRIAL forma-se a partir da quinta semana e estar localizado na parede superior do átrio direito, suas células descem até a base do átrio, pela parede esquerda, para formar o nó ATRIO VENTRICULAR. As fibras que saem do nó atrioventricular em direção ao septo ventricular são os FEIXES DE PURKINGE.

 

                                  

 

 

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18

de

junho

Septação do Coração Primitivo

·          Septação do átrio primitivo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

>Alterações do seio venoso

 

 

>Alterações do seio venoso

 

O ventrículo primitivo se fecha ao formar-se a parte membranosa do septo interventricular a partir de 3 fontes:

  1. crista bulbar direita

  2. crista bulbar esquerda

coxim endocárdico

 

 

  

  

Septação do bulbo cardíaco e do tronco arterioso

       

Durante a quinta semana do desenvolvimento, a proliferação ativa das células mesenquimais das paredes do bulbo cardíaco resulta na formação das cristas bulbares. Cristas semelhantes se formam no tronco arterioso, contínuas com as cristas bulbares.

 

 

 

  

 

 

 

 

as cristas se unem e formam uma parede espiralada em 180º = septo aorticopulmonar. O Septo aorticopulmonar divide o tronco arterioso em um canal aortico e um canal pulmonar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Formação das válvulas cardíacas

  

Quando a septação do tronco arterioso está quase completada, as válvulas semilunares começam a desenvolver-se de três proliferações do tecido subendocárdico em torno dos orifícios da aorta e do tronco pulmonar. Estas proliferações são escavadas e remodeladas para formar três cúspides de paredes delgadas.

 

 

 

 

6 semana                                 7 semana                               9 semana

 

   

  

  

Sistema de condução do coração

 

Inicialmente, as camadas musculares do átrio e do ventrículo são contínuas. O átrio primitivo atua como o marcapasso provisório do coração, mas o seio venoso logo assume essa função. O nódulo sinoatrial se forma durante a quinta semana. Originalmente ele fica na parede direita do seio venoso, mas é incorporado pela parede do átrio direito juntamente com o seio venoso. O nódulo sinoatrial (nódulo SA) fica localizado no alto do átrio direito, junto da entrada da VCS. Após a incorporação do seio venoso, células da sua parede esquerda são encontradas na base do septo interatrial imediatamente anteriores á abertura do seio coronário. Juntamente com células da região AV, elas formam  o nódulo e o feixe AV, que ficam localizados imediatamente acima dos coxins endocárdicos. As fibras que saem do feixe AV vão do átrio direito para o ventrículo e dividem-se em ramos do feixe, direito e esquerdo, que se distribuem por todo o  miocárdio ventricular. O nódulo AS, o nódulo AV e o feixe AV são ricamente supridos por nervos; no entanto, o sistema de condução já está bem desenvolvido antes de esses nevos entrarem no coração. Este tecido especializado é, normalmente, a única via dos átrios para os ventrículos porque, à medida que as quatro câmaras do coração se desenvolvem, uma faixa de tecido conjuntivo, vinda do epicárdio, cresce entre eles. Subseqüentemente, este tecido separa o músculo os átrios do músculo dos ventrículos e forma parte do esqueleto cardíaco.

  

 

 

 

 

>Septação do coração primitivo

 

Esse fenômeno de septação do canal átrio ventricular, do átrio e do ventrículo primitivos começa no meio da quarta semana e está completo no final da quinta.

 

 

 

 

·          Septação do canal átrio ventricular

        Ao final da quarta semana, os coxins endocárdicos são formados e, à medida que células mesenquimais vão invadindo essa estrutura, elas vão se aproximando e dividem o canal em direito e esquerdo. A separação átrio ventricular é parcial.

 

 

    

 

 

 

 

 

 

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17

de

junho

Anomalias do Coração e dos Grandes Vasos

>Anomalias do coração e dos grandes vasos

 

            Os defeitos cardíacos congênitos (DCCs) são comuns, com uma freqüência de 6 a 8 casos a cada 1000 nascimentos. Alguns casos de DCC são caudados por mecanismos de um único gene ou por mecanismos cromossômicos, e outros resultam da exposição a teratógenos, como o vírus da rubéola; no entanto, na maioria dos casos a causa é desconhecida. Acredita-se que a maioria dos DCCs seja causada por múltiplos fatores, genéticos e ambientais, cada um dos quais tem um efeito pequenº Os aspectos moleculares do desenvolvimento cardíaco anormal são mal compreendidos, e a terapia genética para crianças com DCCs é, no momento, uma perspectiva remota. A tecnologia recente, como a ecocardiografia bidimensional em tempo real, permite a detecção dos DCCs precocemente, já na 17a ou 18a semana de gestação.

            A maioria dos DCCs é bem tolerada durante a vida fetal; entretanto, ao nascimento, quando o feto perde o contato com a circulação materna, o impacto dos DCCs torna-se aparente. Alguns tipos de DCCs causam muita pouca incapacitarão; outros são incompatíveis com a vida intra-uterina. Devido aos avanços recente s da cirurgia cardiovascular, muitos tipos de DCC podem ser corrigidos cirurgicamente, e a cirurgia cardíaca fetal pode ser brevemente possível para os DCCs complexos. A seguir, breve explicação sobre algumas das DCCs.

 

3.11 Tetralogia de Fallot

            É um grupo clássico de defeitos cardíacos, constituído por:

- estenose pulmonar (obstrução ao fluxo do ventrículo direito)

- defeito do septo do ventrículo (DSV)

- origem da aorta de ambos os ventrículos acima da deficiência septal

- hipertrofia ventricular direita 

            Usualmente o tronco pulmonar é pequeno, e podem também existir vários graus de estenose da artéria pulmonar. A cianose é um dos sinais óbvios da tetralogia, mas, freqüentemente, ela não está presente ao nascimento. 

 

 

3.12 Atresia Pulmonar

            Esta anomalia ocorre quando a divisão do tronco arterioso é tão desigual que o tronco pulmonar não tem luz, ou não há orifício a nível da válvula pulmonar. A atresia pulmonar pode ou não estar associada a um DSV. A atresia pulmonar com DSV é uma forma extrema de tetralogia de Fallot. Todo o débito ventricular direito é feito através da aorta. O fluxo sanguíneo pulmonar é dependente do DAP ou de vasos colaterais brônquicos. Quando as artérias pulmonares são gravemente hipoplásicas, o transplante coração-pulmão pode ser a única terapia.

 

Derivados dos Arcos Aórticos

           

 

Quando os arcos faríngeos se desenvolvem durante a quarta semana, eles são irrigados por artérias - os arcos aórticos – provenientes do saco aórtico, homólogo da aorta ventral em outros mamíferos. Os arcos aórticos terminam na aorta distal epsilateral. Apesar de, usualmente, se desenvolverem seis pares de arcos, todos não estão presentes ao mesmo tempo. Quando se forma o sexto par de arcos aórticos, os primeiros dois pares já desapareceram. Durante o período da sexta à oitava semana, o padrão dos arcos aórticos é transformado no arranjo arterial adulto.

 

 

   * Derivados do Primeiro Par de Arcos Aórticos

   Estas artérias desaparecem em grande parte, mas as porções remanescentes formam as artérias maxilares, que suprem os ouvidos, dentes e músculos dos olhos e da face. Esses arcos aórticos também podem contribuir para a formação das artérias carótidas externas.

 

      *Derivados do Segundo Par de Arcos Aórticos

 

   As partes dorsais desses vasos persistem e formam os troncos das artérias estapédicas, pequenos vasos que, no embrião, correm pelo anel do estribo, um ossículo da orelha média.

 

        *Derivados do Terceiro Par de Arcos Aórticos

   As partes proximais destas artérias formam as artérias carótidas comuns, que irrigam estruturas da cabeça. As partes distais do terceiro par de arcos aórticos juntam-se às aortas dorsais, formando as artérias carótidas internas, que irrigam os ouvidos, as órbitas e o encéfalo e suas meninges (Pia-máter, Aracnóide e Dura-máter). 

     

      * Derivados do Quarto Par de Arcos Aórticos

  O quarto arco aórtico esquerdo forma parte da croça da aorta. A parte proximal da croça origina-se do saco aórtico, e a parte distal deriva da aorta dorsal esquerda.

  O quarto arco aórtico direito torna-se parte proximal da artéria subclávia direita. A parte distal da artéria subclávia forma-se da aorta dorsal direita e da sétima artéria intersegmentar direita. Á medida que o desenvolvimento prossegue, o crescimento diferencial desloca, cefalicamente, a origem da artéria subclávia esquerda; conseqüentemente, ela se situa junto à origem da artéria carótida comum esquerda.

 

         

    * Derivados do Quinto Par de Arcos Aórticos

  Em cerca de 50% dos embriões, o quinto par de arcos aórticos é constituído por vasos rudimentares, que logo degeneram e não deixam derivados vasculares. Nos outros embriões, essas artérias não se desenvolvem. 

          

     *Derivados do Sexto Par de Arcos Aórticos

  O sexto arco aórtico esquerdo desenvolve-se do seguinte modo:

·        A parte proximal do arco persiste como a parte proximal da artéria pulmonar esquerda.

·        - A parte distal do arco vai da artéria pulmonar esquerda para a aorta distal, para formar um shunt pré-natal, o ducto arterioso (DA).

   O sexto arco aórtico direito desenvolve-se do seguinte modo:

·        - A parte proximal do arco persiste como a parte proximal da artéria pulmonar direita.

·        - A parte distal do arco degenera.

 

Anomalias dos Arcos Aórticos

  

Por causa das numerosas alterações envolvidas na transformação do sistema embrionário das artérias dos arcos faríngeos no padrão arterial adulto, é possível compreender porque podem ocorrer anomalias. A maioria das irregularidades resulta da persistência de partes dos arcos aórticos que, usualmente, desaparecem, ou do desaparecimento de partes que, normalmente, persistem.

 

5.1 Coarctação da Aorta

   A coarctação ( constrição) da aorta ocorre em cerca de 10% das crianças e dos adultos com cardiopatia congênita. A coarctação é caracterizada por uma constrição da aorta de comprimento variável. A maioria das constrições da aorta ocorre distal à origem da artéria subclávia esquerda, na entrada do DA. A classificação em coarctações pré e pós- ductais é comumente usada; no entanto, em 90% dos casos, a coarctação fica diretamente em frente ao DA. A coarctação da aorta ocorre duas vezes mais freqüentemente no sexo masculino que no feminino e está associada a uma válvula aórtica bicúspide em 70% dos casos.

   Num recém nascido com coarctação da aorta grave, o fechamento do DA resulta em hipoperfusão e rápida deterioração. Estes paciente são usualmente infundidos com prostaglandina E2  em uma tentativa de reabrir o DA e estabelecer um fluxo sangüíneo adequado aos membros inferiores.

         Caso de coarctação da aorta, com corrosão das bordas inferiores da quinta a sétima costela. O mesmo não se observa a esquerda pois a artéria subclávia esquerda se origina distalmente a zona de coarctação.

 

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15

de

junho

Circulação Fetal

                      

 Circulação Fetal

 

O sistema cardiovascular fetal é projetado para servir às necessidades pré-natais e permitir as modificações ao nascimento que estabelecem o padrão circulatório neonatal. Antes do nascimento, os pulmões não permitem trocas gasosas, os vasos pulmonares estão em vasoconstrição, a função de troca gasosa fica sob responsabilidade da placenta. Três estruturas são mais importantes na circulação de transição: o ducto venoso, o forâmen oval e o ducto arterioso.

O sangue altamente oxigenado, rico em nutrientes, volta da placenta pela veia umbilical. Perto do fígado, cerca de 50% do sangue passa diretamente para o ducto venoso, um vaso fetal que uni a veia umbilical a VCI, desviando do fígado. A outra metade do sangue flui para os sinusóides do fígado e entra na VCI pelas veias hepáticas. O fluxo sanguíneo pelo ducto venoso é regulado por um mecanismo esfincteriano próximo à veia umbilical.

           

Após passar pela VCI, o sangue pouco oxigenado entra no átrio direito. Uma grande parte desse sangue é dirigido pela crista dividens, através do forâmen oval para o átrio esquerdo. Aí ele se mistura com o sangue pouco oxigenado, que volta dos pulmões pelas veias pulmonares, e passa para o ventrículo esquerdo, saindo pela aorta ascendente. A pequena quantidade de sangue da VCI, que permanece no átrio direito, mistura-se com o sangue pouco oxigenado do VCS e do seio coronário, indo para o ventrículo direito.

 

Este sangue sai pelo tronco pulmonar, na qual apenas 10% do sangue vão para os pulmões. A maior parte passa pelo ducto arterioso para a aorta descendente, perfunde a parte caudal do corpo fetal e volta para a placenta pelas artérias umbilicais. Cerca de 35% do sangue da aorta descendente vão para as vísceras e a metade inferior do corpo, os outros 65% vão para as artérias umbilicais e é devolvido à placenta para ser novamente oxigenado.

 

Esquema da circulação fetal

 

 

Circulação Neonatal de Transição

 

Quando a criança nasce, ocorrem ajustes circulatórios importantes, decorrentes da interrupção da circulação do sangue fetal pela placenta. Os pulmões se expandem e começam a oxigenar o sangue. Antes do nascimento, os pulmões não permitem trocas gasosas e seus vasos estão em vosoconstrição. Além disso, os três shunts, que desviam sangue do fígado e dos pulmões, e os vasos umbilicais fecham-se e deixam de funcionar, por não serem mais necessários.

O esfíncter do ducto venoso se contrai e agora todo o sangue que entra no fígado passa pelos sinusóides hepáticos. O forâmen oval se fecha ao nascimento por causa do aumento do fluxo sanguíneo pulmonar, que torna a pressão no átrio esquerdo maior que a do átrio direito, comprimindo a válvula do forâmen oval contra o septum secuncum.

  

            O ducto arterioso se contrai ao nascimento, mas há, frequentemente, um pequeno shunt do sangue por 24 a 48h em uma criança saudável. Já nas crianças prematuras e naquelas com hipóxia persistente, o ducto arterioso pode permanecer aberto por muito mais tempo. O oxigênio é o fator mais importante no controle do seu fechamento, pois a bradicinina, que modula esse fechamento e é uma substância liberada pelos pulmões durante sua insuflação inicial, depende do alto teor de oxigênio do sangue aórtico. As artérias umbilicais também se contraem ao nascimento.

 

Derivados Adultos das Estruturas Vasculares Fetais

 

            Devido às alterações do sistema cardiovascular ao nascimento, certos vasos e estruturas não são mais necessários, tornando-se ligamentos não funcionais ou vestígios anatômicos. A parte intra-abdominal da veia umbilical torna-se o ligamento teres, que vai do umbigo ao ramo esquerdo da veia porta. O ducto venoso transforma-se no ligamento venoso, que vai do ramo esquerdo da veia porta para a VCI.

 

 

            A maioria das artérias umbilicais intra-abdominais transforma-se nos ligamentos umbilicais mediais. O forâmen oval dá origem a fossa oval, no qual o septum primum forma o soalho da fossa oval e a borda livre do septum secundum forma o limbo da fossa oval.

 

            O ducto arterioso dá origem ao ligamento arterioso, que se estende da artéria pulmonar esquerda para a croça da aorta.

  

 

Desenvolvimento do Sistema Linfático

 

            O sistema linfático começa a desenvolver-se no final da sexta semana e fazem conexões com o sistema venoso. Os capilares linfáticos iniciais ligam-se uns aos outros, formando uma rede de linfáticos. Desenvolvem-se seis sacos linfáticos primários: dois sacos linfáticos jugulares, dois sacos linfáticos ilíacos, um saco linfático retroperitoneal e uma cisterna do quilo. Em seguida, esses sacos são interconectados por vasos linfáticos. Com exceção da parte superior da cisterna do quilo, durante o início do período fetal, os sacos linfáticos transformam-se em grupos de linfonodos.

A MEDICINA proporcionando a VIDA

Matheus (operado com sucesso da cirurgia corretiva da Tetralogia de Faillot)

 

                         

 

Equipe Discente

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